Mais do que um ronco ocasional, a apneia do sono é um distúrbio caracterizado por interrupções da respiração enquanto dormimos. Quando não tratada, a condição pode aumentar o risco de outros problemas de saúde, como hipertensão arterial, arritmias e doenças cardiovasculares. A seguir, entenda melhor o que é a apneia do sono, suas causas e principais sintomas. Como ocorre a apneia do sono? A apneia do sono ocorre quando a respiração sofre pausas repetidas durante o sono. Em alguns casos, essas interrupções fazem com que a pessoa desperte brevemente, mesmo sem perceber, para conseguir voltar a respirar normalmente. Essa condição pode se apresentar em duas formas diferentes: Apesar de terem origens diferentes, ambos os tipos podem levar a consequências semelhantes, como: O que causa a apneia? No caso da apneia obstrutiva do sono, os principais fatores de risco relacionados ao seu surgimento ou agravamento são: Já na apneia central do sono, a origem está relacionada a falhas no sistema nervoso que controla a respiração. Entre os possíveis fatores associados estão: O ronco é um sinal de apneia do sono? O ronco é o som provocado pela vibração das estruturas das vias aéreas durante a passagem do ar, especialmente quando esse espaço está reduzido. Em muitas situações, roncar é apenas uma resposta comum do organismo. No entanto, quando o ronco é frequente, alto e irregular, pode indicar apneia obstrutiva do sono, principalmente se vier acompanhado de sintomas como: Caso note um ou mais dos sintomas acima, é importante procurar um médico para investigar a possibilidade de apneia do sono. Como é feito o tratamento da apneia do sono? O principal tratamento para a apneia do sono é o uso da pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP). O método utiliza uma máscara que mantém as vias aéreas abertas durante o sono, facilitando a respiração. Outras abordagens podem ser indicadas, conforme o caso, como: Além disso, alguns ajustes de rotina também são aliados no tratamento, como evitar o consumo de álcool, cigarro e medicamentos que causam sonolência, como alguns anti-histamínicos. Dicas para dormir melhor Mesmo quem não convive com a apneia do sono pode adotar hábitos que favorecem uma boa qualidade do descanso. Algumas orientações importantes incluem: A apneia do sono é uma condição comum e tratável, mas que muitas vezes passa despercebida por estar associada a sintomas considerados banais, como ronco e cansaço excessivo. Por isso, observar os sinais do corpo e buscar avaliação profissional é essencial para preservar a saúde e a qualidade de vida. Acompanhe o Portal Viver Bem para mais conteúdos sobre saúde, sono e bem-estar. Fontes: MSD Manuals, American Academy of Sleep Medicine, Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Biblioteca Virtual em Saúde, Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Healthline Agência SA365 | Edição e Revisão: Unimed do Brasil
Doenças autoimunes
As doenças autoimunes são como uma pane no sistema – nesse caso, no organismo humano, quando o sistema imunológico ataca a si próprio. Existem diversas doenças que se enquadram nesse conceito, cada uma com sintomas e tratamentos diferentes. Elas podem atingir várias partes do corpo, e acontecer em homens e mulheres de qualquer idade. O que são doenças autoimunes Doença autoimune é o termo usado para se referir a uma doença que surge porque o sistema imunológico tem uma reação exagerada de defesa e, assim, ataca o próprio organismo. O sistema imunológico tem a missão de proteger o corpo contra perigos como vírus e bactérias. Contudo, ele pode se confundir e entender que as células do organismo são ameaças. Nesse sentido, as doenças autoimunes podem atingir diversas partes do corpo, como órgãos, tecidos e até mesmo o sangue. Doenças autoimunes não são contagiosas, mas a maioria delas impede os pacientes de serem doadores de sangue. O recomendado é procurar orientação médica se quiser fazer uma doação. Tipos de doenças autoimunes As doenças autoimunes são classificadas em duas categorias: síndromes locais e doenças sistêmicas. Como os nomes sugerem, as síndromes locais afetam partes específicas do corpo e as doenças sistêmicas podem atingir vários órgãos (ou o organismo todo). Alguns exemplos de doenças autoimunes, apresentadas brevemente, são: A lista de doenças autoimunes não para por aí. Tratamento para doenças autoimunes Cada doença autoimune tem suas particularidades. Como semelhança, há o fato de que elas não têm cura – mas têm tratamento. De forma geral, ele é feito com algum grau de imunossupressão: o sistema imune é “enfraquecido” por medicamentos para diminuir os impactos no organismo. Vale lembrar que qualquer tratamento para doenças autoimunes deve ser feito sob orientação médica. Além disso, é comum que os pacientes de doenças autoimunes sofram com algum tipo de desconforto, como dores, ansiedade, cansaço e alterações na aparência, por exemplo. Nesse caso, pode ser necessário um acompanhamento psicológico, para que a saúde emocional seja tão preservada quanto o bem-estar físico. Fontes: Ministério da Educação | ABRALE
Como se prevenir da tuberculose?
Muita gente acha que tuberculose é coisa do passado, mas a verdade é que ela continua sendo uma das doenças que mais mata por infecção no mundo, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a doença é transmitida pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, fala ou espirra. Não é necessário contato físico: apenas dividir por muito tempo o mesmo ambiente fechado já pode ser suficiente para que ocorra o contágio. A boa notícia é que a tuberculose tem cura e pode ser prevenida com atitudes simples do dia a dia. Como se pega tuberculose e quem tem mais risco de adoecer? A bactéria se espalha facilmente em locais fechados e mal ventilados, como ônibus cheios, escritórios sem janelas ou quartos sem circulação de ar. Alguns grupos estão mais suscetíveis à infecção: Mas mesmo pessoas saudáveis podem se contaminar, por isso, a prevenção deve ser adotada por todos. Como se proteger da tuberculose Muitas das medidas que ajudam a prevenir a tuberculose já fazem parte de um estilo de vida saudável. Veja o que realmente faz a diferença: Aplicada logo nos primeiros dias de vida, a vacina BCG protege contra as formas mais graves da tuberculose: aquelas que afetam o cérebro e se espalham pelo corpo. Ela faz parte do calendário nacional de vacinação e é oferecida gratuitamente pelo SUS. Manter a vacinação em dia é o primeiro passo para começar a vida protegido. O Mycobacterium tuberculosis, transmissor da doença, se multiplica em lugares fechados. Por isso, abrir janelas, deixar o ar circular e permitir a entrada de luz solar são gestos simples que reduzem o risco de transmissão. Ambientes de trabalho, escolas e transportes públicos também devem priorizar ventilação e limpeza frequente para buscar interromper a cadeia de contágio. Cobrir a boca e o nariz com o antebraço ao tossir ou espirrar e usar máscara quando estiver com sintomas respiratórios são formas de proteger quem está por perto. E atenção: tosse por mais de três semanas é o principal alerta de tuberculose. Nesses casos, procure atendimento médico o quanto antes. Sintomas de tuberculose, como reconhecer os sinais? A tosse persistente é o sintoma mais conhecido, mas não é o único. A doença também pode causar: Como esses sinais podem se confundir com outras doenças, o diagnóstico deve ser feito por um médico. A tuberculose tem cura O tratamento da tuberculose dura pelo menos seis meses e é feito com uma combinação de antibióticos. Mesmo que os sintomas melhorem rápido, é essencial seguir até o fim. Interromper antes da hora pode fazer a doença voltar e até se tornar resistente aos medicamentos. Depois de cerca de 15 dias de uso regular dos remédios, a pessoa tratada já não transmite mais a doença, mas deve continuar o tratamento completo para garantir a cura definitiva. Cuidados após o tratamento da tuberculose Quando o médico confirma a cura, o acompanhamento ainda é importante. Algumas pessoas podem apresentar sequelas nos pulmões, como falta de ar ou cansaço fácil. Fazer exames de controle e, se indicado, fisioterapia respiratória ajuda a recuperar a qualidade de vida. Além disso, manter hábitos saudáveis, alimentação equilibrada, sono em dia e ventilação adequada em casa são formas de se proteger e evitar uma nova infecção. Informação e prevenção salvam vidasA tuberculose não é apenas uma tosse persistente. É uma doença séria, mas totalmente curável quando tratada corretamente. Identificar os sintomas cedo e buscar orientação médica faz toda a diferença — tanto para quem adoece quanto para quem convive com a pessoa. Compartilhe este conteúdo e ajude mais pessoas a saber como se prevenir da tuberculose. Informação é o primeiro passo para um futuro com menos casos da doença.
Alergia alimentar
A alergia alimentar é mais comum do que se imagina. Segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 200 e 250 milhões de pessoas no mundo convivem com esse tipo de reação. Ainda assim, muitas pessoas têm dificuldade em reconhecer o quadro e em entender quando representa um risco real para a saúde. O resultado pode ser atraso no diagnóstico e maior chance de reações mais graves. Por isso, é fundamental saber identificar os sinais de alerta e compreender quando buscar atendimento médico. O que é alergia alimentar? A alergia alimentar ocorre quando o sistema imunológico interpreta a proteína de um determinado alimento como uma ameaça. Ao entrar em contato com essa substância, o organismo ativa mecanismos de defesa que desencadeiam uma reação. Os sintomas podem variar desde leve até quadros que exigem atendimento imediato. Sintomas Pele As manifestações cutâneas estão entre as mais comuns e pode incluir: Inchaço no rosto (lábios, pálpebras ou língua) Urticária Coceira Eczema Sistema digestivo A reação pode causar alterações no corpo logo após a ingestão do alimento, como: Diarreia Náusea Vômito Dor abdominal Cólica Trato respiratório Quando as vias respiratórias são afetadas, pode provocar: Rouquidão Falta de ar Chiado no peito Tosse Congestão nasal Sistema cardiovascular Nos casos mais graves, a reação pode comprometer o sistema cardiovascular, causando: Pulso fraco Tontura Desmaio Queda da pressão arterial Quando a alergia alimentar evolui para alterações no sistema cardiovascular, há risco de choque anafilático, uma emergência médica que exige atendimento imediato. Alergia alimentar e intolerância são a mesma coisa? Apesar de serem frequentemente confundidas, são condições diferentes. Na alergia alimentar, o sistema imunológico reage à proteína do alimento, e pequenas quantidades já podem desencadear reações importantes. Na intolerância alimentar, o organismo apresenta dificuldade para digerir ou metabolizar determinados componentes. Os sintomas costumam depender da quantidade ingerida, e tendem a ser menos graves. Distinguir essas situações é essencial para orientar o tratamento e evitar atrasos no diagnóstico. Quais alimentos mais causam alergia alimentar? Embora qualquer alimento possa provocar uma reação, a maioria dos casos de alergia alimentar está associada a um grupo específico de alimentos. Entre os principais estão: A forma como a alergia alimentar se manifesta também está relacionada à fase da vida. Algumas são mais comuns na infância, enquanto outras tendem a persistir na idade adulta. Alergia alimentar em crianças e adultos A alergia alimentar é mais frequente nos primeiros anos de vida. Estima-se que entre 6% e 8% das crianças menores de três anos apresentam algum tipo de reação alimentar. Em muitos casos, especialmente quando relacionada a leite, ovo, trigo ou soja, a condição pode se tornar mais branda ou até desaparecer com o tempo. Já alergias a amendoim, castanhas, peixes e frutos do mar costumam persistir por mais tempo, inclusive na vida adulta. Essas mudanças podem ajudar a determinar quando é possível flexibilizar o cuidado e quando o acompanhamento médico deve ser mantido. Como é feito o diagnóstico da alergia alimentar? O diagnóstico deve ser realizado por um médico, geralmente um alergista.A avaliação considera: A confirmação correta evita restrições alimentares desnecessárias e reduz o risco de novas reações. Quais cuidados tomar e quando procurar um médico? Orientação Médica Sempre que surgirem sinais após a ingestão de um alimento, é importante buscar avaliação médica. O atendimento deve ser imediato quando houver: dificuldade para respirar tontura intensa desmaio sensação de fraqueza acentuada Esses sinais podem indicar reações mais graves. Após o diagnóstico, o principal cuidado é evitar completamente o alimento responsável pela alergia. A leitura atenta dos rótulos e a atenção à presença de traços do alérgeno precisam fazer parte da rotina de quem convive com a alergia alimentar. Fontes: Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia – ASBAI (1, 2), MSD Manuals, Cleveland Clinic, Jornal USP, HCor, Faculdade de Medicina da UFMG
Pedra nos rins no verão
Com a chegada do verão, o corpo perde mais líquidos por meio da transpiração, aumentando a necessidade de hidratação. Quando a reposição da água não acompanha essa perda, a urina se torna mais concentrada. Isso dificulta a dissolução dos sais minerais presentes nela e favorecendo a formação de pedras nos rins. Estudos clínicos mostram que os atendimentos por cálculo renal podem aumentar em até 30% nos meses mais quentes do ano. O verão não é a causa direta do problema, mas marca um período em que o risco de desenvolver cálculo renal torna maior. Compreender por que isso acontece é o primeiro passo para a prevenção. Como o cálculo renal se forma Para entender o que é cálculo renal, vale pensar nos rins como filtros do sangue. Eles eliminam substâncias que o corpo não precisa e mantêm o equilíbrio entre água e minerais. Quando o corpo está desidratado e a urina se torna mais concentrada. Nesse cenário, os sais minerais presentes nela podem deixar de se dissolver adequadamente. Essas substâncias se agrupam com mais facilidade, formando cristais que podem crescer e dar origem às pedras nos rins. Por isso, qualquer fator que altere o volume e a composição da urina têm impacto direto no risco de desenvolver a doença. Quem tem mais risco de desenvolver cálculo renal? Algumas pessoas apresentam maior probabilidade de desenvolver cálculo renal ao longo da vida. Entre os principais fatores associados estão: Quem já teve ao menos um episódio precisa reforçar a atenção. Sem mudanças de hábito, o risco de recorrência pode aumentar de forma progressiva ao longo dos anos. Sintomas de pedra nos rins: quando procurar ajuda Os sintomas de cálculo renal variam de acordo com o tamanho e a localização da pedra. Em alguns casos, ela pode permanecer silenciosa por um período. Em outros, provoca sinais intensos. Os mais comuns incluem: Dor intensa associada a febre, dificuldade para urinar ou presença de sangue na urina exigem avaliação médica imediata. Por que nem toda pedra no rim é igual As pedras podem se formar em diferentes partes do sistema urinário e apresentar composições distintas. Elas podem surgir: A localização influencia diretamente nos sintomas, na intensidade da dor e no tipo de tratamento indicado. Como é o tratamento para pedra nos rins O tratamento do cálculo renal varia de acordo com o tamanho, o tipo da pedra e os sintomas apresentados. Cerca de 85% dos cálculos são pequenos e podem ser eliminados espontaneamente, com orientação médica e controle da dor. Já pedras maiores ou que causam complicações podem exigir procedimentos específicos, definidos pelo urologista. O acompanhamento adequado é fundamental para evitar complicações e orientar a melhor conduta em cada caso. Pedra nos rins tem prevenção? Sim. A prevenção do cálculo renal está diretamente ligada a hábitos de rotina. Ajustes simples podem reduzir em até 60% o risco de novos episódios. Confira alguns hábitos importantes: Calculadora de ingestão diária de água Calcular Refazer cálculo Cuidar dos rins no verão não exige mudanças radicais, mas atenção diária. Beber água ao longo do dia, observar a cor da urina e manter uma alimentação adequada são atitudes simples que reduzem riscos reais. Fontes: MSD Manuals, Einstein Hospital Israelita, Hospital do Rim, Centro Brasileiro de Urologia – CBU, Biblioteca Virtual em Saúde, Unicamp, UFRJ
Doenças inflamatórias intestinais
Dores na barriga que não passam, diarreia recorrente, cansaço sem explicação. Será que é só estresse ou o corpo está tentando dar um sinal de alerta? Quando esses sintomas se tornam frequentes, podem estar relacionados às doenças inflamatórias intestinais (DIIs), um grupo de condições crônicas que afetam o trato digestivo e têm apresentado aumento no diagnóstico no Brasil. Um estudo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) acompanhou esse cenário ao longo de dez anos e o resultado apontou um crescimento expressivo: a incidência das doenças inflamatórias intestinais aumentou quase sete vezes no período. Apesar de não terem cura definitiva, as DIIs podem ser controladas com acompanhamento médico adequado, permitindo mais qualidade de vida. Entender a doença é o primeiro passo para cuidar bem da saúde intestinal. O que são as doenças inflamatórias intestinais? As doenças inflamatórias intestinais são condições caracterizadas por inflamação crônica no trato digestivo. Em condições normais, o sistema imunológico atua para combater agentes invasores, como bactérias e vírus. Nas DIIs, essa resposta se torna desregulada, fazendo com que o organismo ataque células saudáveis do próprio intestino. Existem dois tipos principais de DIIs: Apesar das diferenças, ambas apresentam sinais de alerta semelhantes e exigem acompanhamento contínuo. Quais são os principais sintomas das doenças inflamatórias intestinais? Os sintomas das doenças inflamatórias intestinais podem variar conforme a intensidade da inflamação e região afetada. As crises podem surgir de forma repentina, durar dias ou semanas, e alternar com períodos de remissão, quando os sintomas diminuem ou desaparecem temporariamente. Entre os principais sinais de alerta, estão: Além disso, o cansaço extremo e a fadiga persistente também são sintomas comuns e, muitas vezes, subestimados. Doenças inflamatórias intestinais: causas e os fatores de risco Ainda não existe uma causa exata para as doenças inflamatórias intestinais. O que se sabe por enquanto é que elas resultam de uma combinação complexa de fatores, que pode incluir: Genética: familiares de primeiro grau diagnosticados com DIIs corre de 4 a 20 vezes mais risco de desenvolver a condição. Idade: a maioria dos diagnósticos o ocorre antes dos 30 anos, com pico entre os 14 e 24 anos. Tabagismo: aumenta o risco da doença de Crohn, piora a evolução e eleva o risco de complicações. Uso frequente de medicamentos: pode irritar o intestino e agravar ou aumentar o risco da doença. Reconhecer esses fatores ajuda a identificar quando é importante uma avaliação médica mais cuidadosa. Como é feito o tratamento das DIIs Embora não tenha cura, para essas doenças, os avanços da medicina oferecem boas ferramentas para controlar a inflamação e manter os sintomas inativos. O tratamento é sempre individualizado e definido junto com um gastroenterologista. As abordagens mais comuns envolvem: Tratamento medicamentoso: pode envolver anti-inflamatórios e corticosteroides para conter as crises até imunomoduladores e terapias biológicas avançadas, que atuam diretamente no sistema imunológico. Tratamento cirúrgico: indicado em casos específicos, quando há compleicações ou falha no controle de medicamentos. Ajustes na alimentação também devem fazer parte do cuidado. Fracionar a dieta em pequenas refeições, manter boa hidratação e seguir orientação de um nutricionista são passos fundamentais para evitar a desnutrição e ajudar no controle dos sintomas durante as crises. Doenças inflamatórias intestinais no dia a dia Conviver com uma doença inflamatória intestinal exige paciência e adaptações, mas não impede a manutenção da qualidade de vida. Hábitos saudáveis ajudam no controle da doença e na redução da frequência das crises. Exercícios físicos leves, técnicas de relaxamento e o manejo do estresse, são aliados importantes, já que o estresse pode atuar como fator desencadeante dos sintomas O acompanhamento médico regular, com monitoramento e ajustes no tratamento, é essencial para manter a doença sob controle ao longo do tempo. Quer saber mais sobre como adquirir e manter hábitos saudáveis? Confira outros conteúdos aqui no Portal Viver Bem. Fontes: MSD Manuals (1, 2, 3), Mayo Clinic (1, 2) Arquivos de Gastroenterologia